Allisson Rodrigues, a arte da boa música

Conheça a história do cantor romântico, capa da 50ª edição da Luxus Magazine!

* Por Evelyn Elman



Paulo Ricardo Batista Amaral da Silva teve uma boa infância e vem de uma família numerosa, alegre e unida. Com mais seis irmãos, foi criado em Franca, interior de São Paulo. Único filho que cursou faculdade e concluiu o curso como bacharel em Direito, pela Unifran, Universidade de Franca.


A cidade é conhecida como a Capital Nacional do Calçado e a Capital Nacional do Basquete. Situada na região nordeste do Estado, é um dos pólos economicamente mais fortes do país.


O município tem 350 mil habitantes e é uma cidade que se destaca no cenário nacional, assim como sua vizinha Ribeirão Preto, considerada uma das regiões mais ricas do interior de São Paulo e do Brasil.


É nesse ambiente e não menos importante, que Paulo Ricardo, atualmente conhecido pelo nome artístico Allisson Rodrigues, cresceu perseguindo o exemplo de berço. Com garra, perseverança e muita determinação, segue triunfando na carreira de cantor que optou por dom e paixão, além de ser um grande empresário de sucesso.

A equipe Luxus Magazine esteve com esse profissional diferenciado, que nos conta os principais fatos de ontem, hoje e do amanhã de sua estrada bem-sucedida.


Paulo, como foi a sua infância?

A minha infância foi em Franca, interior de São Paulo, terra do calçado. Fui uma criança que começou a trabalhar cedo, por isso tive que amadurecer muito rápido e cresci com muitas experiências profissionais. Aos 11 anos, eu já dava aulas de informática para idosos; aos 13, trabalhei com funilaria e comecei minha jornada como cantor.


Como começou a sua relação com a música?

Minha relação com a música começou aos nove anos, em um festival de escola. Nessa época, escolhi a canção “Compadre e Comadre”, do Leandro e Leonardo e fiquei em 3º lugar, mas me deu o “gás” que eu precisava para começar minha trajetória musical.


Que tipo de música você ouvia nessa época?

Quando criança eu amava ouvir João Paulo e Daniel, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Bruno e Marrone, mas o que mais me chamava a atenção eram os discos de vinis de Luís Miguel e do Júlio Iglesias, da minha mãe. Foi nessa fase que despertou o meu interesse pela música romântica em espanhol.


A sua voz é muito expressiva, forte, o que agrada e chama muito a atenção de quem ouve. Você teve alguma influência musical?

Gosto de dizer que me influencio pela voz e o timbre do Luís Miguel.


Você toca algum instrumento?

Eu toco violão de 12 cordas e ele me acompanha sempre nos shows.


Seu nome de batismo é Paulo Ricardo Batista Amaral Da Silva, como nasceu o nome artístico Allisson Rodrigues?

Aos 13 anos eu tive uma dupla sertaneja em Franca, cantava com minha amiga de infância Allissany Barbosa. Certo dia, estávamos procurando um nome ideal para a dupla e me veio um estalo, na sala dela tinha um quadro com o nome do irmão Allisson Barbosa, a sonoridade de Allisson e Allissany era perfeita. Anos depois, a dupla se separou. Então pensei, o que fazer agora se eu já tinha uma bagagem como Allisson? Foi então que resolvi adotar o “Rodrigues”, nome emprestado do meu pai. A partir daí, surgiu o Allisson Rodrigues.


Você também compõe músicas?

Desde sempre eu componho, tenho músicas que fiz aos 15 anos e que ainda não lancei. Atualmente tenho 4 álbuns gravados e 1 DVD, são todas canções inéditas e de minha autoria.


Conte-nos sobre os seus trabalhos lançados, CDs, DVD? Boas parcerias?

O primeiro CD que lancei em São Paulo foi o álbum intitulado “Pra ficar”, produzido na época pelo mesmo produtor do Moacir Franco, Manoel Cruz; foi o começo de tudo. Depois lancei o álbum “Liga pra Mim”, produzido pelo maestro e produtor Ney Marques, o mesmo que produziu o Leonardo, Chitãozinho e Xororó e outros. Na sequência, lancei o Álbum “Serpente,” que contou com a música tema da novela “Carinha de Anjo”, do SBT, produzida pelo Maestro Arnaldo Saccomani, já falecido. Foi um presente na minha vida. Em 2019, gravei meu primeiro DVD, com uma megaestrutura e um investimento inicial de R$800.000.00, com participações especiais de feras da música brasileira, como Roberta Miranda, a dupla Bruno e Marrone, César Menotti e Fabiano, Marcos & Belutti, Léo Magalhães, Gabriel e Zé Henrique.


Como a pandemia afetou a sua carreira?

Infelizmente com a pandemia, tive que suspender o lançamento deste meu DVD intitulado “Um novo romance”. No entanto, nas plataformas digitais algumas músicas seguem “bombando”, a exemplo de “Como Esquecer”, gravada com a rainha do sertanejo, Roberta Miranda. Esta canção já ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações.


Qual o seu diferencial diante de tantos cantores?

Meu diferencial é o romantismo, um estilo musical que está em falta no Brasil. Tivemos apenas um grande representante até hoje, Roberto Carlos, que sem dúvida será sempre o eterno rei, mas, acho importante novos seguidores e acredito que está na hora de um príncipe seguir seus passos.


Quais os seus projetos para o futuro?

Tenho vários projetos que estão engavetados por conta da covid-19, porém eu nunca paro de compor e trabalhar em minhas melodias. Um desses projetos é incluir parcerias musicais com destaques que vou encontrando pela vida. Um exemplo dessa proposta, é ter ouvido a comunicadora e multimídia Evelyn Elman cantar. Sua voz doce, aveludada se encaixa perfeitamente com a canção “Me falta o ar”. Na primeira versão desta canção, tive a honra de ter como musa inspiradora a maravilhosa Antonia Fontenelli. Agora, a proposta é outra, Evelyn e eu compartilharemos nossas vozes, que tenho certeza, trarão um novo brilho a essa melodia romântica.

Tenho também projetos para o mercado latino-americano; lancei em agosto minha música em espanhol “Vivo por Ella”, com participação de Eliza Marin, que todos podem conferir no YouTube.


Allisson Rodrigues por Paulo Ricardo?

Um sonhador, de alma antiga, romântico que ainda manda flores e faz serenatas.


Contato para shows

Simone: 11 95446-8190



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